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  • Campus Party – Dia 1

    27 Jan 2010

    E é com um dia de atraso que posto as minhas opiniões sobre a Campus Party, que está rolando aqui em SP, na qual eu e a Agatha estamos marcando presença.




    Como foi entrar na Campus Party?
    Por um feliz engano, o sr. Taxista que me deixou aqui no Centro de Exposições Imigrantes, onde a função está acontecendo, me largou em uma entrada lateral, o que fez com que eu conseguisse entrar sem passar pela fila gigantesca da porta principal.

    Na seqüência, tive que tirar fotinho pro crachá, pegar o crachá, cadastrar meu note e voilá: entrei de vez na Campus Party.




    O primeiro debate: “Mobilidade e dispositivos móveis: o futuro da internet?”.
    Como não consegui um lugar nas disputadas cadeiras que ficam na frente da mesa de palestrantes e entre as caixas de som, consegui ouvir muito pouca coisa dessa palestra.

    Como a  Márcia Lima já explicou aqui , os espaços onde as palestras acontecem na Campus Party não estão divididos fisicamente. Ou seja: se você está em uma palestra, pode ter certeza que conseguirá ouvir tudo o que está sendo dito na outra. E se você não consegue um lugar nas cadeiras reservadas pra cada mesa (cerca de 50), pode desistir – nesse segundo caso, o lance é tentar acompanhar o debate pelo streaming mesmo.

    Com muito esforço, consegui ouvir algumas coisas interessantes ditas pelo pessoal que estava na mesa de debate: Nick Ellis , Marcelo Castelo, Ricardo LongoHilton Mendes:

    Segundo um dos palestrantes, o QR code não pegou aqui no Brasil, porque precisamos instalar um aplicativo nos celulares para que ele possa funcionar. No Japão, o QR code é um sucesso – isso porque lá os aparelhos não requerem a instalação de nenhum app específico.

    Nesse sentido, a Realidade Aumentada leva uma vantagem: ela não tem nenhum aplicativo como pré-requisito. Por outro lado, ela exige que o usuário tenha um webcam – coisa que o QR code também presume, néam?

    Outro tópico abordado foi a (sempre polêmica) publicidade via SMS. Os palestrantes apontaram a possibilidade de segmentação por públicos como a grande vantagem desse formato. Um dos palestrantes  (desculpem galera, mas não consegui descobrir qual, porque só ouvi), disse que “o índice de abertura de e-mails marketing é de 10%, já SMS, todo mundo abre”.




    Particularmente, acho comentários como esse último um pouco complicados.
    Primeiro, porque, além de não sabermos de onde o palestrante tirou esses dados sobre e-mail marketing, todo mundo ser impactado pelo SMS é algo relativo.

    De que vale o cara parar para ler o seu SMS se ele encara isso como uma invasão do seu espaço?

    Fica para pensarmos.

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