O mundo é inquieto? Este blog é mais.
A JWT Inteligence, agência especializada em tendências, divulgou o relatório das tendências para os próximos meses. Tem de tudo: celebridades que você vai ouvir muito falar, objetos, moda, comportamento… Confere lá no blog Comunicadores!
A Renner apresentou na última terça-feira, dia 2, sua coleção para a próxima estação num evento cheio de gente importante e influente no mundo da moda. E todo mundo AMOU!
O evento, chamado de Preview Outono-Inverno 2010, foi no MuBE em SP e contou com ambientação totalmente inspirada em Londres e na atitude do rock britânico, influências presentes na coleção. E, é claro, a W3haus estava lá para captar os melhores momentos e mostra tudo agora nesse site.
Se não fosse todo mundo falando em português, era como estar passeando pela capital inglesa.
O evento ainda teve cobertura ao vivo via Twitter. A W3haus coordenou toda a atualização realtime da @lojas_renner com tudo o que acontecia no MuBE atendendo a pedidos dos internautas. Quer ver como foi? Faça uma busca no Twitter por #previewrenner ou, se preferir, clique direto aqui.

Na saga por descobrir pra onde podemos mandar material eletrônico reciclável descobrimos, por exemplo, que eles são chamados de e-lixo ou e-waste. E as descobertas não param por aqui…
Pelo que vimos, São Paulo é o estado mais preocupado com o destino desse material. Em 2009 uma lei (33/2008) tramitava na assembléia legislativa de lá: quem vender ou fabricar aparelho eletrônicos é obrigado a reciclá-lo.
A lei do e-lixo obriga as empresas a neutralizar o lixo tecnológico. O projeto foi colocado em votação em homenagem ao Dia Mundial do Meio Ambiente, e todos votaram a favor. Só faltava o governador, José Serra, aprovar. O fabricante, vendedor ou importador deve reciclar ou reusar o material descartado, pelo menos em parte. Se não for possível reutilizar, a empresa tem que neutralizar o material. E, se não der nem pra coletar o lixo, a lei exige ações de preservação ambiental pra compensar. Desobedeceu a lei, tem que pagar até R$ 14 mil por dia.
Iniciativa da USP
Foi inaugurado pela Universidade de São Paulo (USP) um centro de descarte e reuso de resíduos de informática. Sob a responsabilidade da professora Tereza Cristina M. B. Carvalho o Centro de Computação Eletrônica pretende descartar adequadamente ou reciclar o lixo eletrônico.
O centro irá priorizar o tratamento do lixo eletrônico da própria USP. No decorrer do ano, começará a receber o lixo eletrônico da comunidade. Atenção paulistas: quem tiver equipamentos eletrônicos obsoletos poderão agendar o descarte ou obter informações pelo e-mail cedir.cce@usp.br. Este endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo . (Dica do Ricardo Dullius)
Dados do Greenpeace
Cinquenta bilhões de toneladas de lixo eletrônico são gerados por ano no mundo; 4 bilhões só nos EUA. Já existiu uma resolução federal, vigente desde 1999, que obrigava as empresas a coletar e reciclar pilhas e baterias. Nada foi feito. O que tem dado resultado para resolver o lixo eletrônico, pelo menos em parte, é a iniciativa própria: das empresas, do governo e da sociedade. Claro, Vivo e Tim coletam baterias usadas dos celulares e enviam para as fabricantes.
A pergunta que não quer calar: e no resto do Brasil?
Imagina chegar na cidade maravilhosa e dar de cara com isso:
E quem sai do Rio depois de presenciar essa festa também deve ficar com saudade, né?
Via Camiseteria
Estamos preparando um post sobre locais de doação de lixo digital em Porto Alegre, São Paulo e outras cidades do Brasil. Mas enquanto não fica pronto, casualmente apareceu esse registro no site Pristina e considerei super adequado pra ocasião. Lançamento em cima de lançamento e enquanto Steve Job declara o nascimento de mais um filho, muitos outros equipamentos digitais indicam sua morte de ocasião.
O fotógrafo Andrew McConnell registrou um imenso lixo de eletrônicos que chegam da Europa e dos Estados Unidos de tempos em tempos. Lembram de A Ilha das Flores? Parecido só que não mata nem a fome das pessoas, é simplesmente lixo… Nos subúrbios Accra, a capital de Gana, os moradores convivem com centenas de toneladas de lixo digital se acumulam.


Um grande paradoxo pois quem menos tem acesso aos meios digitais convive com todos eles à sua disposição (só que estragados). Das 30 milhões de toneladas de lixo digital, cerca de 70% vai parar em nações pobres. E cada vez mais, esse lixo vai parar no Oeste da África. Países como Gana, Nigéria e Costa do Marfim recebem esse lixo através de importações ilegais.
Por outro lado, a gente resolveu se perguntar: pra onde vão celulares, CPUs, mouses, teclados inutilizáveis? Quando eles ainda funcionam, é óbvio e válido que sejam doados pra pessoas que precisem, né? Mas e quando não tem mais jeito? Lixo seco? Doação para donos de sucata? Venda no Mercado Livre (e tempo/dedicação pra isso?). Colaborem sugerindo dicas e lugares já existentes?
Mark Malkoff fez um video para documentar sua experiência maluca: ser carregado o mais longe possível por desconhecidos em Manhattan. Veja o vídeo e descubra até onde ele chegou:
O Google criou um vídeo para divulgar o lançamento do celular Nexus One, o único smartphone que pode ameaçar a liderança absoluta do IPhone. Confira:

Juntar a paixão por carro e futebol numa coisa só dá nisso! Pois é, o fanatismo pelas duas coisas é tão comum aqui no Brasil que sempre tem uma história peculiar vinda dos mais diferentes lugares.
João Hermínio, sócio do Grêmio, se inspirou num fusca todo pintado com as cores do tricolor que viu quando saiu de David Canabarro(RS) e foi assistir a Grêmio e Fluminense em Porto Alegre. O Fusca era todo personalizado e vindo direto de Santa Catarina. Aí muitas ideias surgiram…
Pra completar, o Grêmio lançava a campanha do Exército Gremista e o João não teve dúvida: enviou seu carro para Santa Catarina e fez toda personalização do automóvel. Que achou?
Outro debate bem bacana que assistimos na terça-feira foi o “Grande rede, pequenos produtores”, com tweens que têm blogs.
Participaram do debate três blogueiros:
Joaquim Lo Prete (que tem um blog sobre futebol),
Victoria Bastos (que tem um blog sobre cotidiano) e
João Montanaro (que tem um blog onde publica suas tirinhas – que são muito bem feitas, por sinal).
Também participaram da conversa a mãe de Victoria, Maria Fernanda Bastos , e o ilustrador Fábio Yabu.
Achei essa a palestra mais bacana do primeiro dia.
A participação dos pequenos blogueiros foi muito legal, em especial a do Joaquim, autor do blog do Joca.
Com um desprendimento incrível, esse menino, mais do que bem articulado, falou sobre como resolveu criar seu blog, onde escreve sobre futebol. A idéia veio porque ele não concordava com muitas das coisas que alguns jornalistas esportivos diziam e, assim, viu que precisava ter um lugar para poder colocar a sua própria opinião sobre os fatos.
A Victoria disse que, logo que começou a entrar na internet, sua mãe tinha as senhas de todos os seus perfis nas redes sociais. Mas hoje, já conseguiu permissão para ter suas próprias senhas sem ter que contá-las para ela.
Contudo, o que mais me impressionou foi quando Joca disse que assina as atualizações de 30 blogs em seu Google Reader, que ele acompanha diariamente. Digo que isso me impressionou, principalmente por dois motivos: 1) o uso dessa ferramenta, que ainda não é nem um pouco difundida entre crianças dessa idade, e 2) o fato de Joca já estar absorvendo uma quantidade imensa de informações.
A organização do Joca, principalmente, e dos outros participantes, é admirável. Eles dizem elencar prioridades na sua vida – em primeiro lugar, vem a escola, e depois, brincar ou atualizar os blogs. Já o João, encara as tirinhas que faz como um trabalho, e diz que certas vezes deixa de brincar e jogar futebol para fazer suas tirinhas.
Claro que as crianças que participaram do debate não são como a média brasileira. Contudo, o perfil delas dá uma idéia do potencial que as redes sociais têm com esse target, que provavelmente, cada vez mais se tornará produtor de conteúdo.
Se você quiser ler mais sobre esse debate pode dar uma passada no Crianças e Mídia, da Elisa Araújo. Ela também estava na palestra segunda e fez um post superbacana sobre o encontro.
E é com um dia de atraso que posto as minhas opiniões sobre a Campus Party, que está rolando aqui em SP, na qual eu e a Agatha estamos marcando presença.
Como foi entrar na Campus Party?
Por um feliz engano, o sr. Taxista que me deixou aqui no Centro de Exposições Imigrantes, onde a função está acontecendo, me largou em uma entrada lateral, o que fez com que eu conseguisse entrar sem passar pela fila gigantesca da porta principal.
Na seqüência, tive que tirar fotinho pro crachá, pegar o crachá, cadastrar meu note e voilá: entrei de vez na Campus Party.
O primeiro debate: “Mobilidade e dispositivos móveis: o futuro da internet?”.
Como não consegui um lugar nas disputadas cadeiras que ficam na frente da mesa de palestrantes e entre as caixas de som, consegui ouvir muito pouca coisa dessa palestra.
Como a Márcia Lima já explicou aqui , os espaços onde as palestras acontecem na Campus Party não estão divididos fisicamente. Ou seja: se você está em uma palestra, pode ter certeza que conseguirá ouvir tudo o que está sendo dito na outra. E se você não consegue um lugar nas cadeiras reservadas pra cada mesa (cerca de 50), pode desistir – nesse segundo caso, o lance é tentar acompanhar o debate pelo streaming mesmo.
Com muito esforço, consegui ouvir algumas coisas interessantes ditas pelo pessoal que estava na mesa de debate: Nick Ellis , Marcelo Castelo, Ricardo Longo e Hilton Mendes:
Segundo um dos palestrantes, o QR code não pegou aqui no Brasil, porque precisamos instalar um aplicativo nos celulares para que ele possa funcionar. No Japão, o QR code é um sucesso – isso porque lá os aparelhos não requerem a instalação de nenhum app específico.
Nesse sentido, a Realidade Aumentada leva uma vantagem: ela não tem nenhum aplicativo como pré-requisito. Por outro lado, ela exige que o usuário tenha um webcam – coisa que o QR code também presume, néam?
Outro tópico abordado foi a (sempre polêmica) publicidade via SMS. Os palestrantes apontaram a possibilidade de segmentação por públicos como a grande vantagem desse formato. Um dos palestrantes (desculpem galera, mas não consegui descobrir qual, porque só ouvi), disse que “o índice de abertura de e-mails marketing é de 10%, já SMS, todo mundo abre”.
Particularmente, acho comentários como esse último um pouco complicados.
Primeiro, porque, além de não sabermos de onde o palestrante tirou esses dados sobre e-mail marketing, todo mundo ser impactado pelo SMS é algo relativo.
De que vale o cara parar para ler o seu SMS se ele encara isso como uma invasão do seu espaço?
Fica para pensarmos.
Não é só a gente que acha que a @baixoastral, @gaitha são garotas fashoníssimas. O site Mypix, da @BiaGranja, que está registrando tudo que tem de legal na Campus Party, também percebeu isso. Fotografaram as meninas nos Looks do dia! Phyno!
O burburinho, as tuitadas, os posts, os comentários, as novidades, os assuntos mais batidos, os tabus e ATÉ as palestras (!). Tudo que passar na Campus Party, alcançar os olhos e ouvidos atentos da Fernanda Kraemer será twittado no perfil da w3Haus. Então quem quiser saber sobre o evento através de uma menina-planejadora antenada, trate de seguir, interagir e, quem sabe, retuitar se achar relevante.



A banda experimental de Brooklyn, NY, Yeasayer utiliza video imersivo 360 graus similar ao utilizado pelo pessoal do Google Streetview para criar um ambiente doido e interessante promovendo o single Ambling Alp – Veja o site para entender melhor! Clique aqui
Ação da Andes, marca de cerveja Argentina: para você sair para beber com os amigos tranquilo e se a namorada ligar, eles te ajudam a despistar ela com esse teletransporte.
Um amigo comentou que já fizeram algo parecido em um buteco de SP, mas não sabia dizer qual.
O projeto canadense iMygrate vem mostrar que as fronteiras para o diálogo nas artes não devem mais existir. É possível criar um meio de unir inúmeros artistar de países como Canadá, E.U.A., Alemanha, Portugal, Indonésia, Malásia, Japão, Argentina, Israel, Brasil, Austrália, Índia, Holanda, Suécia e Itália numa mesma exposição sem fazê-los sair do lugar.
Ou melhor, eles saem do lugar sim. Suas criações, que deveriam obrigatoriamente ser personagens, sairiam de suas cidades de origem, para serem enviadas à organização Anteism, instituição de onde surgiu a iniciativa, só que esse envio não foi tão simples assim. Produzidos em pequenos papéis, as imagens tinham informações sobre o funcionamento do projeto. Foi como um convite para que o espectador da obra pudesse registrar a migrações dos personagens a lugares completamente singulares espalhados pelo mundo. Os registro deveriam ser enviados ao contato descrito também no verso. É óbvio que muita obra se perdeu nessa história, né? Mas os resultados positivos foram bem maiores e surpreendentes.
A exposição de toda essa documentação itinerante será dia 19 de fevereiro, no Canadá, sede da organização. Mas juntamente com a mostra física também haverá registro no site da anteism. Será interessante conferir os passeios das obras dos artistas participantes:
Action Tin Toy, Ala Ramildi, Alberto Cerriteno, Alexei Vella, Alicia Wagner, Andrea Innocent, Andrea Wong, Arjan Westerdiep, Ben Frey, Ben van Netten & kstyles, Bill Dunlap, Bill Thomson, Brad Simon, Brent Bouchard, Brett Farkas, Brian Donnelly, Brian Raszka, Bruna Guerreiro, Caleb Beyers, Cameron Forsley, C Huffman, Charlotte Cynthia Walton, Chico Baldini, Chika Kakazu, Chris Von Szombathy, Christian Gralingen, Christian Walden, Cristina Garcia Martin, Crystal Beard, Daniel Gonzalez, Dante Malo, Darin Bindle, DGPH, Diogo Potes, Duto Hardono, Elisa Sassi, Erik Jonssan, Erik Volet, Es Jottes, Forcefeedswede, Frank Flothmann, Gareth Gaudin, General Magic, George Ferrandi, Handiedan, Husk Mit Navn, J Shea, James Schneider, Jan Kromerak, Jessica May Hobdell, Jessie Holmes, JK Gallag, Joan Stiebel, John Casey, John Lytle Wilson, Jorn Kaspuhl, Josh Taylor, Justin Stone, Ken Gerberick, Kendra Lane Sherick, Lala Ladcani, Lee McLure, Lon Wenger, Luke Ramsey, M Shaffer, Madbox, Marc Johns, Marc Lynch, Maria Esaiasson, Matt Lee, Maxwell Paternoster, Mieke Driessen, Monster Flower, Mr Globp, Nadia Zanellato, Natalia Gianinazzi, Osmoze Graphik, Owen Plummer, P. Williams, Paul Antonson, Phil Corbett, Phoenix Perry, Randy Laybourne, Raymond Weekes, Richard Camara, Robin Van Wijk, Ryan Qunicy, Scott Radke, Scott Radnidge, Sean Brookes, Shea Moir, Slaven Kosanovic, Stephen Tompkins, Tanya Edgar, Tapetentiere (Buro Destruct), The Royal Art Lodge, Tony Ochre, Trust 36, United States of the Art, Warren Craghead, Weird Eye One, William Cowen, Yuka Yamaguchi, Ziqi
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